quinta-feira, 10 de março de 2011
Não sou simpática, odeio grande parte das pessoas que eu conheço, prefiro incurtar conversas sobre abobrinhas que eu sei que não vão me levar a porra nenhuma, sempre faço resumos, odeio coisas grandes, me irrito facilmente, mas quando quero sou um amor, sou interesseira, mal humorada, falo mais palavrões que a maioria das pessoas, por fora um edifício sólido, por dentro sempre ocorre um choque entre minhas placas tectônicas, sou o tipo de pessoa que faz tudo quando tem vontade, choro quando tenho vontade, grito quando tenho vontade, independente de com quem e aonde eu esteja, sou meio sem limites,e chata, tenho um amor platônico.Em qualquer lugar que eu vá, mesmo me sentindo bem sinto uma vontade enorme de ir embora, amo viajar, queria ser mochileira, quero ter muitas tatuagens e se estivessemos nos anos 80, seria uma menina muito rock, brigo muito, sempre me descubro mais forte do que pareço, não sou de muitos amigos, e nem faço questão de ter muitos, amar todo mundo pra mim é falsidade, estar bem em todos os momentos pra mim é farsa, todo mundo pira, chora, da mancada e erra então não tenta ser perfeito, a perfeição me irrita e demais, adoro erros,gosto do que me dói, gosto do que me faz sentir, prefiro furacões a brisas, ou é tudo ou é nada, sem essa de meio termo, ou vai ou não vai, ou fica vivo ou se mata,e mesmo sendo assim sempre sinto uma parte aqui dentro faltando , não sei de que, não sei porque, tenho uma casca muito grossa e dura, pra ninguém me ver por dentro, tento passar a maioria do tempo escondendo essa minha parte porque eu gosto veneno, do estrago e de tudo que não presta
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